Humaitá recebe nova etapa do projeto Amazônia das Palavras nesta quarta
Oficinas literárias gratuitas para estudantes e educadores começam na Escola Estadual Plínio Ramos Coelho, e à noite há programação aberta à comunidade.
Humaitá, no sul do Amazonas, será a primeira cidade a receber a segunda etapa do projeto Amazônia das Palavras – Quarta Edição. As atividades acontecem nesta quarta-feira (4), na Escola Estadual Governador Plínio Ramos Coelho – GM3, com oficinas literárias gratuitas para estudantes e educadores.
A proposta é estimular a leitura, a criatividade e o contato com diferentes formas de expressão. A expedição cultural passará ainda por cinco localidades de Rondônia: Candeias do Jamari, Jaci-Paraná, Nova Mamoré, Guajará-Mirim e Porto Velho. Em cada cidade, haverá atividades educativas nas escolas e uma programação cultural à noite, aberta à comunidade.
Oficinas e temas
A programação pedagógica reúne sete modalidades de oficinas, nos períodos da manhã e da tarde. Os participantes vão trabalhar temas como a língua nheengatu, a ancestralidade, a produção de textos literários, a animação, a música, a moda e o cinema em sala de aula.
Para a diretora da Associação Mapinguari, Fernanda Kopanakis, abrir a etapa em Humaitá é dar continuidade a um trabalho que aproxima a literatura das diferentes realidades amazônicas. “Nosso propósito é chegar às escolas e criar oportunidades para que estudantes e educadores experimentem a literatura para além dos livros”, afirmou.
Programação da noite
À noite, será exibido o documentário Amazônia das Palavras – Terceira Edição, uma homenagem à escritora Maria Firmina dos Reis. Também estão previstas a doação de livros à biblioteca da escola e a entrega do certificado Escola Amiga da Leitura.
O espetáculo circense Palhaço Soul, com Lincoln Rolim, o Palhaço Carlão, fecha a programação. Outra atividade prevista é o plantio de uma muda de pau-brasil, ação que une a valorização da identidade nacional à sensibilização ambiental.
Todas as atividades da Quarta Edição são gratuitas. O projeto é realizado com recursos da Lei Rouanet, com apoio da Cigás, promoção da Fundação Rede Amazônica e realização da Associação Mapinguari, do Ministério da Cultura e do Governo do Brasil.
Com informações de Amazonas Atual.




